Iquique a Bolívia queria?

Iquique é mesmo uma cidade surpreendente (e com o turismo muito mal explorado, pelo menos no Brasil). A cidade comecou pertencendo à Bolívia e era apenas uma colônia de pescadores. Com o advento das guerras mundiais, a vila comecou a enriquecer por causa das jazidas de nitrato da regiao (elemento essencial para a fabricacao de pólvora), que comecaram a ser exportados pelo seu porto. Só que os bolivianos nao tinham tecnologia nenhuma, as empresas de extracao, beneficiamento e transporte eram todas chilenas.
Ocorre que o Evo Morales da época teve a brilhante idéia de nacionalizar as empresas chilenas (e você pensava que esse filme era inédito…) e romper com os contratos vigentes.
Os chilenos, é claro, nao gostaram e partiram para a ignorância. Houve uma guerra e é claro que os bolivianos (aqueles que nao tinham educacao nem tecnologia) perderam. Iquique ficou para o Chile e, pelo que parece, tudo indica que o Evo Morales da vez nao estudou história…
ERRATA (05/01/08): Ao contrário do que eu disse no post “Iquique a Bolívia queria?”, Antofogasta, um pouco mais ao sul, é que pertencia à Bolívia. Iquique fazia parte do Peru. Mas o resto continua valendo: os peruanos foram convencidos e se aliar à Bolívia na Guerra do Pacífico e quebraram a cara. Inclusive, foi assim que os bolivianos perderam a sua saída para o mar.
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12 Respostas to “Iquique a Bolívia queria?”

  1. Errei!!!! « Lígia Fascioni Says:

    […] Ao contrário do que eu disse no post “Iquique a Bolívia queria?”, Antofogasta, um pouco mais ao sul, é que pertencia à Bolívia. Iquique fazia parte do […]

  2. Douglas Fernandes Says:

    Olá “viajera” Lígia,

    Como diz o ditado, antes tarde do que nunca. Acabo de finalizar a leitura dos seus relatos de viagem relativos a derradeira aventura pela América do Sul (temporada verão 2007-2008). Como sempre, você nos brindou com um texto estimulante, objetivo, didático e criativo. As fotos ilustram bem a trajetória, que certamente já se tornou “história” na vida do casal. Parabéns !!

    Chamou-me a atenção um assunto em especial, tratado no seu blog (vide https://ligiafascioni.wordpress.com/2008/01/04/iquique-a-bolivia-queria/#comments ), razão pela qual gostaria de comentá-lo. Permita-me dissentir da sua avaliação quanto ao tema da chamada “Guerra do Pacífico”, conflito bélico envolvendo Chile, Bolívia e Peru.

    Diz o seu texto: “Ocorre que o Evo Morales da época teve a brilhante idéia de nacionalizar as empresas chilenas (e você pensava que esse filme era inédito…) e romper com os contratos vigentes. Os chilenos, é claro, nao gostaram e partiram para a ignorância. Houve uma guerra e é claro que os bolivianos (aqueles que nao tinham educacao nem tecnologia) perderam.”

    Ao ler o texto acima como ele se apresenta, deu-me a impressão de que você manifestou simpatia (uso da expressão “é claro” por duas vezes) à ação bélica perpetrada pela República do Chile, em 1879, tomando-a como um acerto. Também pareceu-me que você justificou a derrota peruano-boliviana em virtude da inferioridade educacional e tecnológica dessas duas nações sulamericanas.

    Tal como você, eu acabo de retornar de uma longa travessia terrestre pelo Chile. De fato, é um País surpreendente que tem mostrado sabedoria e capacidade de aprimoramento de sua sociedade. Creio que sei a satisfação que você vivenciou ao cruzar a fronteira. Lá tudo parece funcionar melhor do que aqui; é um País organizado e com infra-estrutura vial e urbana superior a dos vizinhos. No entanto, no que tange àquele momento histórico (1879), cabe ressaltar que o Chile era um País pobre, tão carente quanto o Perú e a Bolívia. Em que pese a bravura dos soldados chilenos (o povo chileno se orgulha muito dessa vitória – perigoso ufanismo fruto de um viés militarista de sua sociedade), a vitória esteve marcada por um componente muito mal discutido pela chamada história oficial; refiro-me ao apoio militar e logístico que a Inglaterra disponibilizou à então infante República do Chile. As fronteiras entre os estados nacionais sulamericanos em questão estavam bem definidas após o transcurso dos movimentos emancipacionistas das ex-colônias espanholas na América. Naquele momento (final do séx. XIX), empresas chilenas exploravam o salitre em território boliviano, mediante contrato de concessão firmado com o Governo daquele País. Aceitável o entendimento de que o ditador do momento na Bolívia decidiu aumentar o valor cobrado dos concessionários, afetando ou “infringindo” os termos do contrato de concessão. Tal fato não pode ser considerado como justificador de um conflito bélico que acabou por resultar em anexação arbitrária, ilegal e portanto inaceitável de territórios reconhecidamente bolivianos e peruanos. Se fosse assim, deveríamos considerar que o Brasil detém a mesma legitimidade para declarar guerra à Bolívia, em virtude da nacionalizacão de usinas da Petrobrás em território boliviano, ocorrida em maio de 2006. Não nos esqueçamos de que Getúlio Vargas fez o mesmo em 1952, e tampouco Inglaterra e Estados Unidos declararam guerra ao nosso País. Quero dizer portanto que há outras formas de se resolver desacordos comerciais que não implicam necessariamente em conflito armado e anexação de território alheio. Não tenho nenhum receio em afirmar que o Chile cometeu o grande equívoco de sua história ao deflagrar a chamada Guerra do Pacífico, pois o resultado dessa vitória se reflete na atual ferida, difícil de ser curada com os seus três vizinhos (no caso da Argentina, as razões são outras). O Chile é um País que não conta com a simpatia dos seus três vizinhos de fronteira. As relações são apenas administráveis, ainda que poucos políticos tenham coragem de dizê-lo. Isso é absolutamente desagregador. O mesmo equívoco cometeu o Brasil e seus parceiros (Argentina e Uruguai) com a chamada Guerra do Paraguai (1865-1870). Ao final do conflito Brasil e Argentina anexaram parte do que é hoje o Estado do Mato Grosso do Sul (Brasil) e a Província de Formosa (Argentina). Resultado: ganhamos a eterna desconfiança do povo paraguaio.

    Queira desculpar-me, pois alongei-me demasiadamente neste tema (a história me fascina). Tudo isso para dizer que, a meu ver (verdade também relativa, quero assinalar), o Chile venceu uma guerra injusta com base em superioridade militar construída com apoio da nação mais poderosa do mundo à época (refiro-me à Inglaterra, ou Reino Unido, como queiram). Tudo motivado por interesses econômicos conjunturais. A velha armadilha, o velho equívoco no qual insistentemente incorre a intelligensia latinoamericana.

    Mudando de assunto, gostaria de pedir-lhe que me contasse exatamente como se deu a ocorrência da denomidada “extorsão policial” por vocês vivenciada na Ruta Nacional 16, na altura de Pampa del Infierno, Província do Chaco. Você bem sabe que esse é outro dos temas latinoamericanos que me “fascinam” profundamente (não sou o Haroldo, seu mascote felino, mas sou escaldado no tema, he he he…).

    Um grande abraço e parabéns mais uma vez pela travessia e pelo rico material já disponibilizado na web.

    Douglas

  3. Ela Says:

    Olá! Eu e meu marido estivemos no Chile agora em janeiro também. Adoramos tudo, principalmente o Atacama. Gostei das suas fotos. Voltarei para ler mais. Abraços.

  4. ligiafascioni Says:

    Grande aula de história, Douglas. Realmente, tudo o que escrevi se baseou em monumentos históricos chilenos e um guia de viagem inglês (The rough guide of Chile), o que certamente distorceu um pouco as coisas. Obrigadão pelo esclarecimento!

  5. alberto Says:

    Perú é muito mais bonito.

    A guerra foi uma cobardia por parte chilena. Nao devemos esquecer que eles tiveron apoyo INGLES y ALEMAN, eles jamais terian em uma fria sem ter certeza de ese apoyo. A guerra durou cuatro anos, e nao seis meses como eles pensaban. Qual foi entao o pais guerreiro?…qual o pais que sacrificou 500000 vidas em defesa de seu territorio?…. que se pais foi o que declarou a guerra? chile. Não o Perú. Perú nao precisaba roubar territorio para progresar, o chile sem. Chile vivia na pior miseria.

  6. ligiafascioni Says:

    Caro Alberto!

    Muito obrigada pelo comentário. Como eu havia dito ao Douglas, que esclareceu bem a situação em outro comentário nesse mesmo post, tudo o que eu sabia sobre Iquique foi o que li no guia de viagem “The rough guide of Chile” – que, ironicamente, é editado e publicado na Inglaterra. Isso explica a minha visão míope da história, pois baseei-me num ponto de vista totalmente parcial e ainda sob a ótica dos conquistadores, sem maiores críticas.

    Deixei o post no formato original e optei por deixar os esclarecimentos nos comentários (depois da aula que o Douglas deu, achei que eu não tinha nada mais a acrescentar), justamente para que todo mundo visse que a história sempre tem vários lados e que a gente pode aprender muito compartilhando experiências com as pessoas. Se eu não tivesse publicado esse comentário, mesmo que equivocado, perderia a oportunidade de conhecer o outro lado. O legal de viajar (e contar para todo mundo o que viu) é justamente esse aprendizado.

    Por isso, peço que me perdoe pela posição equivocada.

    Ainda não conheço o Peru e tenho certeza de que é um país interessantíssimo e de muita riqueza cultural. Espero conhecê-lo em breve!

    Abraços,

    Lígia Fascioni | http://www.ligiafascioni.com.br

  7. Alberto Says:

    Chile tem construido a sua nacionalidade em base a mitos forjados e truculentos. É verdade que o chile a diferencia de outras republicas latinoamericanas, se fez como nação antes do que cualquer outra…mas por que?… 1.- simplesmente por que NUNCA teve uma população de importancia (não ha que esquecer que era uma simple CAPITANIA, um apéndice dos grandes virreynatos espanhois como o Perú e nova granada entre outros.) Assim aglutinar esa populaçcão nunca foi empreitada maiuscula, como se foi no caso do Brasil, de argentina do peru e da colombia. 2.- Teve e tem um territorio hostil, pobrissimo em recursos naturais o que leva ao povo a SUBSISTIR em base a ordem antes do que o despilfarro 3) Escasa população indigena no inicio da conquista, o que levou rapidamente a mestizagem e portanto a conformação de uma nacionalidade.

    A pesar de esas “vantagens” o Chile jamais superou o trauma da conquista, digo trauma, pois devemos LEMBRAR que o conquistador do Chile, Diego de Almagro nunca estive satisfeito con a ordenanza da coroa espanhola que otorgaba a ele todo o sul do então Perú. Quando ele voltou de lá, voltou desairado, pois nao encontrou o que PIzarro encontrou no Cuzco: Abundancia de ouro e prata. Desde aquel entao, os “rotos” (asi denominaban os pizarristas a os ancestros dos chilenos) se ensañaron com todo o que significaba Perú. Almagro lidero uma revolução com o fim de destituir Pizarro. Não consiguio. Murio na aventura. Chile desde entao pasou a ser um apéndice do virreynato peruano e por 500 anos, aquel territorio recibiu o PIOR das outras colonias: Lá enviaban os bandidos, os estafadores, ja seja a suas cadeias ou a seus exercitos a fim de combatir os rezagos de indios que ainda lutaban por lá.

    Olhados pelas outras colonias como a cauda de sudamerica, se foi forjando no espiritu do chileno uma animosidad en contra do Perú e da argentina. Aquelas vantagens já mencionadas, nao serviram de muito, e o Chile na pior miseria de sua historia, nao teve outra saida para asua crise se nao outra que a guerra. Mais como não podia aventurarse a esta sozinho pois nao tinha os meios economicos, soube capitalizar os intereses dos britanicos e em uma pérfida união com eles , carimbou o destino de aqueles territorios.

    Se os chilenos acreditam que o seu espiritu de disciplina os fez progresar, que alguem entao nos explique por que apos 90 anos da guerra do Pacifico, depois de ter roubado territorios ricos de Bolivia e Perú, novamente se encontraba na podedumbre moral e economica no 63.?…. que alguem nos explique por que esta pobreza material e espiritual os levou a votar por um “socialista” que depois fora abandonado por ese mesmo povo que desposito sua confianza em ele, mostrando con esto pouco valor e engtregando as finanzas a os chicago boys, e façendo do chile um “conejillo de indias” para por a prova as tesis economicas de Friedman?

    Os ingleses sempre falaram bem de este pais. Este é o seu aliado estrategico.

  8. Marcelo A. dos Santos Says:

    Alberto e demais amigos,

    Viajei por toda América do Sul, exceto as Guianas. Não vi nenhum País com a visão de futuro, educação e infra-estrutura do Chile. O Peru, arqueologicamente, é estupendo. Mas a sua capital não se compara jamais com Santiago.

    Se o Alberto diz que para o Chile foi o que havia de pior em termos de qualidade humana, os ladrões, homicidas e demais párias, há de se convir que eles construíram o País mais desenvolvido, culto, progressista e preparado da nossa pobre América.

    Abraço

  9. joão carlos santos chavez Says:

    na aquela época quem fazia as ” fronteiras” erão as potencias de plantão
    (espanha,portugal,inglaterra) era tudo abtrato não,não existia nacionalidade ,propiamente dita , o chileno por mestizagem vinha de uma mezcla superior guerreira,somado a isso vinha o pior de europa,um territorio pobre e pequeno ,mais tudo isso foi superado ,pelo espiritu
    de chilenismo , e ele agora é um exemplo para nois de américa,excluindo os EU. imagino eu, que país seria esse se houvesse tido a sorte do verreinato do perú,da nova granada e outros.naquela época ninguem fazia as guerras sozinho , como agora , então são balela isso de dizer que o chile foi favorecido,o peru teve a ajuda de frança .Foi o chileno em maior números de combatientes somados a as forças argentinas de san martim,que ajudó o perú , a se libertar , da espanha, e que recebeu em troca: traição por parte do perú, Valparaiso foi bombardeada na época com ,alegria dos hermanos peruanos .O chile na epoca da colonia fazia fronteira,com o peru ,foi bolivar ,que por decretor, a bolivia e deu a costa que atualmente é antofagasta . respondendo a alberto o chile no 63 não era podedumbre moral nem economica apenas o chile estava evoluindo politicamente,mais um exemplo para nois , pinochet foi um traidor do presidente allende, mais o povo não abandonó , seu presidente mesmo sem armas , o povo resistió ,não esqueça que foram mais de 3000 mortos e foi esse mesmo povo que se levantó contra o tirano,(mais uma vez sem armas) e conseguio finalmente chegar a democracia,e que para desespero de alguns ,continua forte e robusta. algun outro pais de america andina ,tem essa historia . alberto voce precisa ser mais imparcial,não se peruanizar .
    hum abraço.

  10. jaime Says:

    Primeiro.- “Se o Alberto diz que para o Chile foi o que havia de pior em termos de qualidade humana, os ladrões, homicidas e demais párias, há de se convir que eles construíram o País mais desenvolvido, culto, progressista e preparado da nossa pobre América.”

    Nada mais falso. Parece que voce não leu ao alberto. Seu ponto de vista exagera e edulcora uma nação que marketea muito bem sua economia. O chile de hoje é uma produção de Friedman e Cia. y NÃO, repito, NAO do produto da originalidad o esforzo propios. Pinochet fez de ese pais um laboratorio para as tesis de Friedman, e elas somente poderian dar resultado em ESE pais, y dificilmente em outro. As razão principal: sua pobreza de recursos. Pinochet foi um “alguacil” dos intereses de EEUU.

    Segundo.- “imagino eu, …naquela época ninguem fazia as guerras sozinho , como agora , então são balela isso de dizer que o chile foi favorecido,o peru teve a ajuda de frança …….. e que recebeu em troca: traição por parte do perú, Valparaiso foi bombardeada na época com ,alegria dos hermanos peruanos .”””

    Eso se é ignorancia historica: o sr diz que foi a francia que ajudo o chile… No sr. foi a inglaterra e a alemania, o primeiro era aliado natural, dados seus grandes intereses nas riquezas de guano e salitre que o Perú e a bolivia posseiam-(não esqueça que os “donos” da industria do guano e do salite eran ingleses) . Francia teve “`dor” do Perú ao fim da guerra, quando veia como os soldados chilenos cometian actos vandalicos na cidade capital, mesmo esta tendo-se rendido, e ante as miradas indiferentes de seus oficiais.

    O sr. também diz: ” traição por parte do perú, Valparaiso foi bombardeada na época com ,alegria dos hermanos peruanos .”

    Outra bobagen mais. Chile entrou em essa guerra precisamente por ter bombardeada sua cidade e con temor de que sem ajuda do Perú poderia repelir qualquer ataque futuro.

    Vemos pois, como nos visitantes e viajeros, as impresões ao visitar aquele pais pode forjar um preconceito, totalmente errado sobre un pais cuja historia es pirrica e cujas autoridades têm entre outros objetivos distorsionar a mesma. Não é estranho então que eles sejam sorprendidos por vendedores de fábulas os quais geralmente mostram o chile de hoje para justificar uma historia AO CONTRARIO…

  11. jaime Says:

    Ah finalmente, o povo chileno deu as costas a Allende que de seguro antes de pegar-se um tiro (atitude cobarde de alguem que se preza comunista) pensou em todos aqueles que votaron por ele e que em esse preciso instante, escondian-se tras cuatro paredes. Não os culpo. Hoje pelo trabalho de alguacil que fez com todo primor, velando pelos interes gringos, comen uma batata a mais….

  12. CARLOS SMANEZ RICHTER Says:

    Nessa guerra, a única ajuda recebida pelo Perú por parte da França foi a ameaça feita pelo almirante Du Petit Thouars, que comandava uma frota francesa ancorada no porto de el Callao, de intervir, caso as tropas chilenas continuassem com o saqueio vandálico a que submetiam a capital peruana, Lima, e sua população civil. Essa infeliz guerra, a pior que o continente americano já viu, depois da guerra civil norte-americana, resultou, como troféus de guerra para o Chile, as maiores riquezas que esse país possui. O Chile obteve as jazidas de salitre, e os territórios em que atualmente explora as maiores minas de cobre do mundo, El Teniente e Chuquicamata. A riqueza desses territórios fez o Chile progredir, alavancou a sua economia, e transformou um país pobre e sem maiores recursos naturais, num imã que atraiu, no século 20, um forte fluxo migratório europeu. É a enorme riqueza que o Chile obtém na exploração dessas minas, que fez que o governo dedicasse um percentual fixo para as forças armadas chilenas entrarem na maior carreira armamentista que sul-america já viu. Os próprios militares chilenos gostam comentar que o país alcançará em 2010 um padrão “Otan” para suas forças armadas. O mundo mudou, guerras arbitrárias e injustas para ganhar territórios não são mais financiadas livremente como antes pelo “império pirata” britânico, porém, a historia tem de ser relatada como realmente os fatos ocorreram.

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