O bom do queijo

acari

Rede de contatos é tudo! Por causa de um colega da Engenharia que conhecia bem os meus desenhos, fui convidada a fazer parte de uma equipe que está elaborando um livro sobre empreendedorismo e vai contar a história dos Laticínios Cedrense e de seu fundador, Acari Menestrina. O meu trabalho, vejam que máximo, é ilustrar o livro para lhe dar leveza, já que a tônica não é biográfica, mas técnica. O livro vai usar o exemplo da Cedrense para explicar o ciclo de vida das organizações.

Já não fosse suficiente o enorme prazer que é desenhar (estou usando nanquim, aquarela e colagens), ainda estou tendo a oportunidade de trabalhar em companhia ilustríssima, como o prof. Dr. Anacleto Ortigara, a doutoranda Mariana Grapeggia e o prof. Dr. Álvaro Lesana. Isso, é claro, sem falar na extraordinária pessoa do sr. Acari Menestrina, que não pára de nos surpreender com as suas histórias.

Só para se ter uma idéia do poder do homem, ele se mudou para o extremo oeste do estado (Guarujá do Sul) no início dos anos 80 como extensionista da antiga Acaresc (atual Epagri). Na época, a criação de porcos e galinhas prevalecia na região. Pois o jovem Acari não cismou que a geografia era propícia para a criação de uma bacia leiteira? Ele trouxe a primeira vaca holandesa para o pedaço e com o seu poder de persuasão convenceu o povo de lá a produzir leite. Hoje, menos de 20 anos depois, cerca de 80% das famílias da região rural do oeste catarinense vivem…. do leite!

Passamos 3 dias visitando as instalações dos laticínios Cedrense e eu, que adoro queijos, tive a oportunidade de visitar o paraíso! Foi na Fábrica Gran Padani, que o Sr. Acari construiu em parceria com dois italianos para a produção do queijo tipo grana Gran Mestri. Os cuidados vão desde a alimentação diferenciada das vacas das propriedades fornecedoras até a cura do queijo, que leva doze meses sendo peridicamente escovado, virado e mimado até sair da fábrica pronto para o consumo.

O livro deve sair até o final do ano. Não posso garantir nada, mas tudo leva a crer que vão rolar uns queijos e vinhos no lançamento…

cedrense-01.jpg

Sr. Acari e os queijos Gran Mestri no processo de salmoura

cedrense-02.jpg

Queijos Gran Mestri na salmoura (eles ficam mais de uma semana lá)

cedrense-03.jpg
A equipe em momento de êxtase na sala de cura

cedrense-04.jpg

O sr. Acari demonstrando as “batidinhas” que o queijo tem que ganhar a cada dois meses para verificar se não há espaços ocos (se tiver, o queijo não passa pelo controle de qualidade!)

cedrense-05.jpg
Nunca vi tanto queijo na vida!

cedrense-08.jpg
Eu em boa companhia…

cedrense-09.jpg

Uma vista de Guaraciaba (a 160 km de Chapecó), onde fica a fábrica Gran Padania. Pelo que pude ver, no oeste catarinense as cidades são todas muito coloridas e bem cuidadas.

cedrense-10.jpg

Equipe pronta para visitar a fábrica de São José dos Cedros. da esquerda para a direita: Lesana, Mariana, Anacleto, eu e Acari.

cedrense-11.jpg
Queijos prato, provolone e mussarela

Quer saber mais sobre queijos? Visite a www.cedrense.com.br!

2 Respostas to “O bom do queijo”

  1. lacimar ventura Says:

    Fortaleza, 14 de janeiro de 2009.

    Gostaria de saber o telefone comercial para eu fazer contato.

    No aguardo.

    Lacimar Ventura.

  2. davi carvalho de oliveira Says:

    gostaria de saber o endereço dos queijos credense no rrio grande do sul

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: